Por que eu não odeio a Palavra ‘Inerrância’

Andrew Wilson | April 2, 2015


Eu odeio uma série de coisas. Algumas delas são um tanto quanto tolas: novelas, maionese de ovo, gatos. Algumas delas são muito sérias: escravidão sexual, adultério, câncer, tráfico de seres humanos, aborto, racismo. Num punhado de casos, eu ainda odeio palavras: “úmido”, “cobiça” e “panfleto” estão entre as mais odiosas. (no inglês, “moist”, “ogle” e “pamphlet”) Mas eu não odeio a palavra “inerrância”. Na verdade, ela não me incomoda nem um pouco.

Talvez seja porque eu sou inglês. A minha experiência limitada em diálogo transatlântico sugere que a palavra “inerrância” é um divisor na América, no topo da lista assim como “Texas” e “Pelosi” na lista de palavras mais prováveis ​​para incitar expressões de êxtase luminescente em alguns e gagueira furiosa e inarticulada em outros. Parece ser um marcador tribal, uma senha que divide claramente as equipes em bons e maus, a simples menção que pode levar ambos os lados a correr para as barricadas, sejam eles conservadores fiéis em conflito com liberais confusos, ou centristas reflexivos concorrendo com fundamentalistas irracionais. No Reino Unido, no entanto, este não é um conceito tão controverso.

Questão Raramente Feita

Em dez anos de ensino, de escrita e de pesquisa teológica, nunca ninguém me…


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