Deve-se Pregar a Partir de Um Manuscrito Completo?

Michael J. Kruger | May 6, 2016


Quando se trata da questão de como pregar, não há falta de livros, artigos e posts de blogs que oferecem aconselhamento e orientação. E uma vez que você começa a peneirar estes materiais, se torna evidente que não há falta de desacordo sobre as particularidades da tarefa de pregação.

Com esse contexto mais amplo em mente, hesito em entrar na briga sobre a metodologia da pregação.  Mas, há uma pergunta que meus alunos sempre me fazem, e por isso pensei que seria útil abordá-la.  E esta pergunta é: “Devo pregar a partir de um manuscrito completo?”.

Por “um manuscrito completo”, eles querem dizer escrever o sermão deles exatamente como eles o pregariam, palavra por palavra.

Esta é uma questão particularmente comum entre os alunos de seminário, porque (a) estão recebendo conselhos conflitantes sobre o assunto; e (b) muitas vezes estão um pouco temerosos sobre aquela primeira experiência de pregação.

Mas, acho que é possível progredir nesta questão se uma distinção importante for mantida, a saber, a diferença entre escrever um manuscrito e usar um manuscrito.  A primeira é um exercício muito útil e vale a pena (em especial para os pregadores mais jovens).  A última, na minha opinião, pode prejudicar…


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