Diga a Verdade à Sua Filha

Jen Wilkin | September 14, 2017


Cresci com um pai que sempre me dizia que eu era bonita, desafiando portanto a sabedoria convencional de que as filhas que ouvem isso, definirão seu valor por sua aparência. Eu não o faço. Provavelmente, isto é porque ele também me dizia que eu era inteligente, capaz e divertida. De alguma maneira, acreditei nele sobre estas coisas, mas não sobre a parte de ser bonita. Nem um pouquinho.

Revirava os olhos ao ele estender as mãos para me abraçar e me dizer isso, pensando comigo mesma: “Ele só pensa assim porque é meu pai”. Minha assinatura da revista Seventeen me recordava fielmente a cada mês que eu não era, de fato, nem um pouco bonita. Meus cabelos eram lisos (uma desvantagem debilitante para os cabelos dos anos 80). Minha pele tinha imperfeições. A extensão dos meus ombros era como a de um jogador de defesa de futebol americano, numa época em que ombreiras gigantes eram rotineiramente adicionadas às blusas das mulheres, aparentemente com o único propósito de aumentar a minha esquisitice. Eu não tinha mais curvas do que os meninos de 13 anos de idade, que eu desejava desesperadamente que me pedissem para dançar, embora eu pairasse sobre eles com…


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