O Que Tem de Especial em Cantar aos Domingos?

Bob Kauflin | August 13, 2016


Pessoas cantam. Em todo lugar.

No carro. No banho. Num coral. Em jogos de futebol. Em aniversários. Em casamentos e funerais. Em shows de rock. Em musicais e óperas. Quando faz sol. Quando chove. Quando cai uma tempestade. De manhã, de tarde e de noite.

Mas quando a igreja se reúne no domingo (ou no sábado, etc.), nossas vozes terrenas juntam-se aos coros do céu e o canto é como nenhum outro. Não consigo contar o número de vezes em que me senti tocado ao adicionar minha voz ao belo, envolvente, poderoso, reverente e robusto coro de uma congregação.

Mas, às vezes, o som fica vacilante e fraco. Fora do tom e do tempo. E não tão bonito. O que devemos fazer, então?

Uma resposta comum tem sido a de melhorar a excelência da nossa música, arte e tecnologia. Mas isso não resolve automaticamente o problema. Nossa música pode soar melhor, mas a adoração pode ficar pior. Considere os posts mais recentes sobre as desvantagens do louvor contemporâneo, da adoração nas megaigrejas, e do louvor na cultura da celebridade.

Meu objetivo neste post não é criticar estilos musicais ou formas litúrgicas. Em vez disso, quero destacar algumas diferenças entre pessoas…


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