Precisamos de Mais Igrejas Receptivas

Paul Rezkalla | June 21, 2016


O dia finalmente chegou para nós, não só para acolher a ideia da igreja receptiva a inquiridores, mas também para abraçá-la. Esta iniciativa não é feita com o intuito de ceder à cultura; em vez disso, ela flui a partir de uma compreensão adequada do Evangelho.

O Novo Testamento endossa a igreja receptiva. Jesus era um grande entusiasta dela, como o era Paulo. Pedro e os outros apóstolos promoveram-na avidamente também, tal como fica evidenciado em suas cartas a todas as igrejas receptivas que plantaram. Porque era o modelo no primeiro século, a igreja do século 21 também deve ser radicalmente receptiva.


Deixe-me definir o que quero dizer com igreja ativamente receptiva a inquiridores. Quando pensamos em igrejas receptivas, imaginamos jeans skinny, luzes chamativas, café com um preço justo, e a tendência de priorizar as necessidades identificadas acima de Cristo e do seu Evangelho. A ideia é que os incrédulos virão à igreja quando fizermos a igreja menos “igreja”. Por isso, nos livramos das coisas que fazem o cristianismo desconcertante e pouco convidativo a fim de atrair mais “pessoas que estão à procura”. Tentamos ser legais e relevantes já que é o que “pessoas que buscam” querem. 
Não estou convencido. 


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