Sete Mitos da Contextualização

Bob Kauflin | March 11, 2016


Um missionário sábio sabe que a pregação do evangelho para uma cultura diferente requer uma contextualização da sua mensagem. As palavras que usamos não se traduzem automaticamente para uma nova cultura que não possui as associações e experiências com as quais estamos familiarizados. Precisamos encontrar novas formas de comunicar a velha história, formas que possam ser compreendidas, formas que “falem a língua” daqueles aos quais estamos ministrando.

Mesmo em nível local, temos que lidar com a contextualização. Isso porque a música e liturgia são uma linguagem. Elas podem significar coisas diferentes para pessoas diferentes. Nos últimos anos, muito tem sido escrito, pleiteado, e desenvolvido para nos ajudar a entender por que devemos estar preocupados em dirigir os cultos de forma que as pessoas realmente compreendam o que estamos fazendo e dizendo, para que elas sejam impactadas da forma correta (Rhythms of Grace [Ritmos da Graça] de Mike Cosper é um exemplo). Isto pode significar mudar o seu acompanhamento musical, a liturgia, a comunicação e muito mais.

Mas já vi contextualização mal aplicada às vezes. Aqui estão algumas coisas que achei útil para se ter em mente, quando pensamos sobre formas de nos conectar com as pessoas.

Tentativas de contextualização sem…


To read the rest of this article, visit http://www.thegospelcoalition.org/pt/article/sete-mitos-da-contextualizacaeo.