Três Perigos da Pregação Na Era Digital

Trevor Laurence | June 20, 2017


Nosso relacionamento com a cultura é de reciprocidade e de formação mútua. Os artefatos, tecnologias e as redes de significado que construimos, abrem novas oportunidades, normalizam novas expectativas e geram novas pressões. Em grande parte não estamos cientes destas pressões, mas elas são poderosamente formativas. Nós produzimos a cultura, e a cultura, por sua vez, nos transforma.

Usando uma ilustração limitada, considere o efeito do e-mail em nosso trabalho. Podemos nos comunicar instantaneamente de qualquer lugar, de forma a promover a eficiência e a coordenação (oportunidades). Esta habilidade eleva o padrão do que sentimos que devemos fazer, reforça nosso senso individual de controle sobre nossas vidas e introduz novos códigos de etiqueta (expectativas). Mas também existem pressões: a obrigação de responder imediatamente, sentir culpa por estar incomunicável, sentimentos de impotência e isolamento quando estamos desconectados, a sensação persistente de que nunca estamos realmente longe do nosso trabalho. Afinal, não é tão simples assim.

Uma parte integral do ministério envolve ajudar os cristãos a reconhecerem como nossa cultura está nos formando, para que possamos buscar intencionalmente uma formação nos moldes do evangelho em nosso momento cultural. Os pastores devem se perguntar: “Como posso ajudar a igreja a discernir as forças da…


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